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Duas especialistas em vinho fazem parceria: Domaine Chandon Australia se junta à Sidel para criar operação personalizada de fim de linha de envase

Parte do grupo LVMH, a Domaine Chandon Australia (DCA) é uma produtora especialista em vinhos espumantes com genuíno legado francês. A DCA tomou a decisão de colaborar com a Sidel em um projeto para melhorar a eficiência de suas operações de envase. Ao eleger a expertise da Sidel em soluções completas de fim de linha, a DCA pôde ampliar a taxa de utilização de seus equipamentos na fábrica e produzir paletes com qualidade de empilhamento de caixas mais uniforme, resultados que por fim levaram a operações logísticas posteriores aperfeiçoadas. A totalmente automatizada encaixotadora wrap-around Cermex WB46 — além de um módulo de inserção de divisórias e da paletizadora PalAccess® — permitiu à Domaine Chandon Australia atender à crescente demanda local de vinhos finos.

A Chandon tem uma história que remonta a décadas atrás, quando Moët & Chandon começaram a produzir vinhos espumantes finos fora da França. O fundador da Chandon, Robert-Jean de Vogüé, viajou ao exterior pela primeira vez no final dos anos 50 para colaborar com vinicultores em outros países, aplicando sua expertise em champanhe na criação de vinho espumante no Novo Mundo. Em meados dos anos 80, uma equipe de especialistas da Chandon descobriu a Green Point, uma antiga fazenda de laticínios no vale de Yarra, no estado de Victoria. Ali, o clima é fresco e o solo, rico, o que faz dela o local perfeito para a Domaine Chandon Australia produzir vinhos espumantes segundo o méthode traditionnelle.[1]

Manter a liderança à medida que a onda de vinhos espumantes toma conta da Austrália

O segmento de vinhos espumantes representa atualmente 6,9% do mercado de vinhos e sidras na Austrália e deve crescer mais nos próximos cinco anos. Essa trajetória positiva se deve à crescente preferência do consumidor por bebidas premium, mais sofisticadas, inclusive champanhes franceses. Desde 2014, cada vez mais amantes de vinho têm trocado os vinhos de menor pelos de maior valor, gerando um crescimento de 5% e um rendimento previsto de US$ 6,9 bilhões entre 2018-2019.[2]

Novas empresas devem ingressar nesse segmento, e para permanecerem competitivas, as grandes do setor precisarão adotar mais automação como parte de suas rotinas de produção.[3] O que foi realizado na Domaine Chandon com a Sidel é um belo exemplo de uma iniciativa assim, que proporciona uma solução mais segura, automatizada e eficiente.

“Por todo o processo, as equipes da Sidel foram muito proativas e nos ajudaram a analisar alguns dos desafios mais difíceis do projeto, em especial, a inserção automatizada das divisórias nas caixas.”

Richard McCaughey
Operations Director da DCA

Forte tradição da Sidel em integração de linha no mercado de vinhos e destilados

A Sidel e a DCA começaram a trabalhar no projeto há alguns anos, iniciando com uma série de layouts conceituais baseados no espaço disponível na fábrica, especificações de design de embalagem e requisitos técnicos da Domaine Chandon para o equipamento. O uso das embalagens wrap-around não é muito difundido nesse setor, mas a produtora de vinhos espumantes australiana logo descobriu as vantagens desse tipo de caixa em relação às RSC, mais comuns. “A DCA é uma verdadeira pioneira. Apesar do desafio de aliar o uso desse tipo de caixa à integração de um módulo de inserção de divisórias no mesmo equipamento, ficamos muito contentes de fazer parte dessa jornada,” comenta Julien Claudin, Country Manager for Australia da Sidel. O objetivo da DCA para a nova instalação era fazer parceria com um só fornecedor para ter uma solução completa que empregasse um alto nível de automação em cada etapa do processo.

A encaixotadora wrap-around Cermex WB46 é perfeitamente adequada para a operação de embalagem que envolva o manuseio de produtos premium. A máquina faz isso de modo extremamente suave, independentemente do design ou tipo de rótulo da garrafa. Todos os pontos de contato entre as peças da máquina e os produtos foram projetados para manter a integridade deles e evitar marcá-los durante o manuseio, quer sejam edições especiais com rótulos sleeve ou garrafas comuns da Domaine Chandon com rótulos de papel. O cabeçote de coleta cuidadosamente projetado apanha e transfere seis garrafas por vez até o módulo de inserção de divisórias automatizado, que é integrado à unidade da encaixotadora. “Dedicamos tempo para verificar os conceitos técnicos propostos para nos certificar de que as garrafas seriam manuseadas com cuidado especial, minimizando os riscos de danificar qualquer parte do frasco, inclusive cápsulas, rótulos e sleeves”, acrescenta Julien. Em seguida, os agrupamentos de produtos são transferidos para as folhas wrap-around, que passam a envolver totalmente as garrafas, formando uma caixa forte e em perfeito esquadro. Esse último aspecto é fundamental para garantir paletização adequada e bom êxito nas operações logísticas seguintes.

Chris Fraser, Production Supervisor da Domaine Chandon comenta: “Nossas caixas têm uma forma extremamente quadrada e também ficam muito bem empilhadas no palete; isso quer dizer que há mínimo impacto sobre nossa qualidade quando o produto é transportado.” Richard McCaughey, Operations Director da DCA, acrescenta: “Já tínhamos uma solução de encaixotamento na fábrica, mas ela ainda envolvia muito trabalho manual: inseríamos as divisórias à mão, fazíamos a paletização manualmente e usávamos empilhadeiras entre as máquinas para envolver com filme stretch.”

Ao sair da Cermex WB46, as caixas são rotuladas e transportadas para a paletizadora Sidel PalAccess. Esse equipamento é outra unidade totalmente automatizada, com trocas de formato sem ferramentas, dispensando troca de peças e ajustes manuais. De olho no futuro, o software PalDesigner® integrado na IHM permite aos operadores projetar, simular e carregar novos padrões de paletes sem a necessidade de programação adicional ou intervenção específica de serviço. A nova interface do painel de operação também dá acesso à documentação técnica da máquina, folhas de Lições de Um Ponto (OPL, na sigla em inglês) e vídeos específicos para auxiliar com soluções de problemas.

Richard conclui: “Por todo o processo, as equipes da Sidel foram muito proativas e nos ajudaram a analisar alguns dos desafios mais difíceis do projeto, em especial, a inserção automatizada das divisórias nas caixas.”

Sidel amplia presença local na Austrália e Nova Zelândia

“Uma das dúvidas que tínhamos inicialmente nesse projeto era trabalhar com um fornecedor cujas raízes estão na Europa: temíamos que o suporte local que pudessem fornecer a um cliente australiano fosse inferior ao que normalmente recebemos de empresas daqui. Agora olhando para trás, foi muito animador ver que a Sidel na verdade consegue combinar proximidade local com uma presença mundial, o que é essencial se ela deseja ampliar suas operações em nossa região”, destaca Richard. “No momento, estamos em expansão nos mercados da Austrália e Nova Zelândia”, acrescenta Julien. “Para nós, a Chandon é uma parceira de peso aqui, especialmente visto que queremos crescer mais nesse mercado, reforçando nosso antigo legado no segmento de vinhos e destilados.”

O projeto de fim de linha já opera com êxito agora por mais de um ano, e a Domaine Chandon tem visto resultados positivos em todos os sentidos: a vinicultora de espumantes pôde alcançar níveis de eficiência mais elevados e atingir suas metas de produção em um ambiente comercial de crescimento.

 

[1] https://www.chandon.com.au/about/story

[2] IBISWorld Industry Report, “Wine Production in Australia”, 2019

[3] IBISWorld Industry Report, “Wine Production in Australia”, 2019

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